O Brasil corre o risco de se tornar refém da polarização, com a eterna luta entre lulistas e bolsonaristas, cada um se achando vitorioso nessa batalha sem fim. Essa dualidade prejudica a verdadeira democracia com a disputa pelo monopólio político de qualquer uma dessas forças. A candidatura do ruralista Ronaldo Caiado como terceira opção na disputa presidencial não é suficiente para quebrar a polarização política, até porque o político do PSD, mesmo partido do falso esquerdista carioca Eduardo Paes, aspirante ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, representa as forças retrógradas do latifúndio e do agronegócio. Caiado também é tratado pelos lulistas como um “satélite” do bolsonarismo e já garantiu que vai realizar uma “anistia ampla, geral e irrestrita aos revoltosos de Oito de Janeiro e aos envolvidos na trama golpista de 2022, neste caso incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje em prisão domiciliar. Além disso, num eventual segundo turno entre Lula e o primogênito de Jair, Flá...