Nota-se que existe uma campanha negacionista que quer proteger todo o processo de sabotagem e deturpação da cultura rock no Brasil, com o claro objetivo de proteger os interesses empresariais que andam faturando alto com o gênero, mesmo estando em baixa popularidade. Aquele velho papo da “viabilidade econômica” que não convence mais. No momento, há um tributo sinfônico do Rock Brasil, algo que tira do contexto o cenário dos anos 1980 e nada contribui para relembrar as grandes canções de rock das novas gerações, só servindo de trilha sonora para um bando de gente rica descolada beber vinho e jogar conversa fora. Não, a gente não pode criticar essas coisas. Nós não podemos criticar a máquina de patrocínios da 89 FM, a “rádio rock” da Faria Lima. Nas redes sociais, temos um monte de “donos da verdade” que não entende de 1% sequer da realidade e da História do Rock e se acha proprietário do gênero e xinga a mãe de quem não aceita suas imposições. E manda boicotar textos que contestassem t...