DA ESQ.: CHLOE GRACE MORETZ ARRUMOU NAMORADO, EMMA WATSON PASSA A MORAR JUNTO COM O SEU E JESSICA ALBA REAFIRMA VIDA DE CASADA.
O período de agosto a outubro costuma trazer, no âmbito das famosas, um expressivo número de novas solteiras. Mas hoje ocorre o contrário, havendo a onda de novas comprometidas, além das habituais reafirmações de vidas conjugais já conhecidas.
Vários tipos de homens vão atrás de mulheres legais. Há homens admiráveis, como o roqueiro Neil Young, agora namorando a antes solteirona Daryl Hannah. Emmy Rossum está namorando um cineasta nerd que a dirigiu numa comédia.
Mas há também homens insossos e outros não lá muito admiráveis, que facilmente ganham adjetivos incômodos como lucky bastards (algo como "idiotas sortudos") e douche bag ("mala sem alça"), que praticamente tiram as mulheres de personalidades diferenciadas do "mercado".
Em casos moderados são apenas homens sem qualquer destaque a não ser ter belas esposas e, em casos extremos, são homens de perfil superficial e pretensioso, preocupados apenas em quando voltarão a vestir terno e gravata ou smoking ou na próxima hora para beber um vinho.
Quase não há mulheres de personalidade diferenciada que ficam um bom tempo solteiras. De cada cem famosas brasileiras com esse perfil, apenas dez aparecem constantemente no "mercado". Em contrapartida, a maioria das solteiras, famosas ou não, existentes no Brasil sempre possui algum grave defeito de personalidade, como a submissão aos modismos da mídia.
No exterior, esse número talvez seja bem menos preocupante. O número de famosas consistentes e solteiras é numa proporção maior, algo como 40 mulheres entre cem. E se no Brasil o problema está nas "boazudas" e nas "marias-coitadas, as primeiras levando ao extremo a vulgaridade "sensual", as segundas a personalidade cafonas e piegas, lá fora até que não é tão preocupante assim.
As donas-de-casa de reality shows, por exemplo, são mais instruídas e informadas que as "marias-coitadas" que lotam plateias de "pagode romântico" e breganejo "de raiz", apenas pecam por desviar seus interesses ao consumismo, às extravagâncias e às frescuras pessoais.
Já as chamadas ring girls, moças que com seus trajes apelativos exploram a libido masculina exibindo placas nos torneios de UFC, embora sejam o pior da vulgaridade no contexto dos EUA, se equiparam, em perfil, às "boazudas" light surgida no Big Brother Brasil.
O grande problema, na sociedade contemporânea, é que muitas mulheres são filhas de famílias desajustadas e não aproveitam a vida para buscar conhecimento e prazer. Tentam exagerar na dose, seja no fanatismo religioso e esportivo, seja no consumismo e extravagância (elegância exagerada), seja na cafonice ou no exibicionismo corporal.
Sobretudo no Brasil, elas não tiveram educação suficiente para dosar sensualidade e charme, inteligência e fama, fé e razão, e pensam que são diferenciadas porque decoram seus quartos com as cores de seu time de futebol, enchem o Facebook de frases religiosas ou são fanáticas por aquela "dupla sertaneja" de repertório sem pé nem cabeça.
E aí várias delas são impulsivas, arrogantes, pensam serem insubmissas e independentes mas são submissas e dependentes aos valores da mídia e do status quo. Marcam tão mal nas suas personalidades acomodadas ou viciadas que os homens fogem e correm atrás das primeiras mulheres bacanas que encontrarem na frente.
E aí é o que se vê na sociedade contemporânea, seja no Brasil e nos EUA, já que na Europa isso é bem mais raro. Lá é onde tem mais mulheres bacanas solteiras, talvez nem tanto assim no Reino Unido de uma Emma Watson com seu "namorido".
Na nossa América é que as solteiras legais ainda são raras e em grande maioria comprometidas. Os homens estão cansados de mulheres sem inteligência mas com frescuras, sensualidade caricata e exibicionista e fanatismos exóticos. Eles querem muito mais do que mulheres sexualmente atraentes, elas precisam mostrar algo mais.
O período de agosto a outubro costuma trazer, no âmbito das famosas, um expressivo número de novas solteiras. Mas hoje ocorre o contrário, havendo a onda de novas comprometidas, além das habituais reafirmações de vidas conjugais já conhecidas.
Vários tipos de homens vão atrás de mulheres legais. Há homens admiráveis, como o roqueiro Neil Young, agora namorando a antes solteirona Daryl Hannah. Emmy Rossum está namorando um cineasta nerd que a dirigiu numa comédia.
Mas há também homens insossos e outros não lá muito admiráveis, que facilmente ganham adjetivos incômodos como lucky bastards (algo como "idiotas sortudos") e douche bag ("mala sem alça"), que praticamente tiram as mulheres de personalidades diferenciadas do "mercado".
Em casos moderados são apenas homens sem qualquer destaque a não ser ter belas esposas e, em casos extremos, são homens de perfil superficial e pretensioso, preocupados apenas em quando voltarão a vestir terno e gravata ou smoking ou na próxima hora para beber um vinho.
Quase não há mulheres de personalidade diferenciada que ficam um bom tempo solteiras. De cada cem famosas brasileiras com esse perfil, apenas dez aparecem constantemente no "mercado". Em contrapartida, a maioria das solteiras, famosas ou não, existentes no Brasil sempre possui algum grave defeito de personalidade, como a submissão aos modismos da mídia.
No exterior, esse número talvez seja bem menos preocupante. O número de famosas consistentes e solteiras é numa proporção maior, algo como 40 mulheres entre cem. E se no Brasil o problema está nas "boazudas" e nas "marias-coitadas, as primeiras levando ao extremo a vulgaridade "sensual", as segundas a personalidade cafonas e piegas, lá fora até que não é tão preocupante assim.
As donas-de-casa de reality shows, por exemplo, são mais instruídas e informadas que as "marias-coitadas" que lotam plateias de "pagode romântico" e breganejo "de raiz", apenas pecam por desviar seus interesses ao consumismo, às extravagâncias e às frescuras pessoais.
Já as chamadas ring girls, moças que com seus trajes apelativos exploram a libido masculina exibindo placas nos torneios de UFC, embora sejam o pior da vulgaridade no contexto dos EUA, se equiparam, em perfil, às "boazudas" light surgida no Big Brother Brasil.
O grande problema, na sociedade contemporânea, é que muitas mulheres são filhas de famílias desajustadas e não aproveitam a vida para buscar conhecimento e prazer. Tentam exagerar na dose, seja no fanatismo religioso e esportivo, seja no consumismo e extravagância (elegância exagerada), seja na cafonice ou no exibicionismo corporal.
Sobretudo no Brasil, elas não tiveram educação suficiente para dosar sensualidade e charme, inteligência e fama, fé e razão, e pensam que são diferenciadas porque decoram seus quartos com as cores de seu time de futebol, enchem o Facebook de frases religiosas ou são fanáticas por aquela "dupla sertaneja" de repertório sem pé nem cabeça.
E aí várias delas são impulsivas, arrogantes, pensam serem insubmissas e independentes mas são submissas e dependentes aos valores da mídia e do status quo. Marcam tão mal nas suas personalidades acomodadas ou viciadas que os homens fogem e correm atrás das primeiras mulheres bacanas que encontrarem na frente.
E aí é o que se vê na sociedade contemporânea, seja no Brasil e nos EUA, já que na Europa isso é bem mais raro. Lá é onde tem mais mulheres bacanas solteiras, talvez nem tanto assim no Reino Unido de uma Emma Watson com seu "namorido".
Na nossa América é que as solteiras legais ainda são raras e em grande maioria comprometidas. Os homens estão cansados de mulheres sem inteligência mas com frescuras, sensualidade caricata e exibicionista e fanatismos exóticos. Eles querem muito mais do que mulheres sexualmente atraentes, elas precisam mostrar algo mais.
Comentários
Postar um comentário