Campo de São Bento, um lindo domingo de sol. Patos e gansos alegremente, nesse famoso ponto de lazer de Icaraí, em Niterói, brincando ou nadando. Ou simplesmente parados, se relaxando. No entanto, para decepção dos oposicionistas (em relação à presidenta afastada Dilma Rousseff), o Pato da FIESP simplesmente não apareceu. Vai ver se enrolou com um artista holandês que implicou com a semelhança do ilustre animal com uma obra que o estrangeiro criou.
ACIMA, A REVOLTA DE OITO DE JANEIRO EM 2023, E, ABAIXO, O MOVIMENTO DIRETAS JÁ EM 1984. Nos últimos tempos, o Brasil vive um período surreal. Uma democracia nas mãos de um único homem, o futuro de nosso país nas mãos de um idoso de 80 anos. Uma reconstrução em que se festeja antes de trabalhar. Muita gente dormindo tranquila com isso tudo e os negacionistas factuais pedindo boicote ao pensamento crítico. Duas simbologias irônicas vêm à tona para ilustraresse país surrealista onde a pobreza deixou de ser vista como um problema para ser vista como identidade sociocultural. Uma dessas simbologias está no governo Lula, que representa o ideal do “milagre brasileiro” de 1969-1974, mas em um contexto formalmente democrático, no sentido de ninguém ser punido por discordar do governo, em que pese a pressão dos negacionistas factuais nas redes sociais. Outra é a simbologia do vandalismo do Oito de Janeiro, em 2023, em que a presença de uma multidão nos edifícios da Praça dos Três Poderes, ...
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