LULA DURANTE SEU VOTO NAS ELEIÇÕES QUE O FIZERAM GARANTIR O QUARTO MANDATO.
Vencedor num contexto insólito, pois seu terceiro mandato se encerra com um desempenho ruim, Lula terá que mostrar serviço a partir do começo do próximo ano. Não há como repetir 2023 e Lula enfrenta um Congresso Nacional politicamente hostil que trará dificuldades para as medidas do governo.
Lula tende a adotar uma conduta política menos progressista do que a campanha mostrou, com o anúncio do ajuste fiscal que poderá fazer inúmeros cortes nos gastos públicos,como meio de sanar as pesadas dívidas deixadas no mandato que agora está na fase final.
Houve rumores de que Bolsa Família, Auxílio Gás e verbas para Educação e Saúde públicas estariam previstos nos cortes, mas o Governo Federal desmentiu. O governo dispôs o Disque Social 121 e p telefone 111 da Caixa, além dos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem para esclarecer dúvidas sobre o programa.
Se antes o pretexto era o déficit zero, hoje a responsabilidade fiscal é a justificativa usada pelo presidente reeleito para resolver o problema dos cofres públicos, com os juros altos em 15,5% - que agravou a dívida pública depois que Lula resolveu “não fazer cavalo-de-pau na Economia” - e rombo de R$ 11,1 trilhões.
Esse rombo se deu sobretudo pelas viagens do presidente durante o terceiro mandato e pelas verbas para emendas parlamentares. A farra de Lula, em comemorar a reconquista de seus direitos políticos com viagens ao exterior, influiu fortemente nos gastos desnecessários, o que causou uma crise de finanças e de popularidade.
E aí vamos ver o quarto mandato de Lula tendendo a adotar políticas conservadoras de recuperação econômica. Enquanto o povo espera por alguma política de geração de empregos, de controle dos preços e de abastecimento e distribuição de alimentos, Lula prefere aumentar os impostos que andaram causando estragos na Economia. Sorte do Brasil ser surrealmente ingênuo, pois não houve fortes motivos para Lula ser reeleito.

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