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LAVA JATO TORNA-SE SUSPEITA DEPOIS QUE PERDERMOS NOSSO PETRÓLEO


Ultimamente, andam explodindo denúncias sobre as mensagens vazadas de conversas privadas entre os membros da Operação Lava Jato, cuja força-tarefa de Curitiba foi declarada extinta.

A Lava Jato cumpriu seu papel, que é o de desmoralizar as empresas públicas, derrubando empreiteiras nacionais e demonizando a Petrobras, que hoje não passa de uma empresa decorativa.

Com exclusividade, eu mesmo fotografei o tigre-símbolo da Esso / Exxon-Mobil que não estava de enfeite num posto de combustíveis de Niterói. 

O boneco do tigre não estava ali porque era bonitinho ou era algum artefato vintage de algum colecionador, ele estava lá para avisar que os postos da Petrobras estavam entregues aos gringos.

Era bom demais para ser verdade. O posto em questão era da Shell e, de repente, virou Petrobras.

Nos bastidores, porém, a BR Distribuidora, divisão da Petrobras dedicada aos postos de combustíveis, tornou-se praticamente um consórcio estrangeiro. A Petrobras tem participação minoritária nas ações, mas já perdeu seu poder decisório no quadro acionário.

A Lava Jato enfraqueceu as empresas nacionais, públicas e privadas, e também a Odebrecht, histórica empreiteira brasileira, acabou sendo enfraquecida por tamanha desmoralização.

Agora, com o estrago feito, são divulgadas conversas que mostram a mais completa, abjeta e cínica parcialidade de Sérgio Moro e de Deltan Dallagnol e seus "caros".

Comentários que ofendem até os mais flexíveis protocolos jurídicos, pois não se trata apenas de quebra de protocolos formais, mas de verdadeira ofensa aos princípios de isenção jurídica que já começou mal duas vezes.

Primeiro, um juiz de Curitiba julgando um acusado de São Paulo, fora de jurisdição. Segundo, juiz e procurador atuando numa suspeitíssima e criminosa cumplicidade, ao arrepio dos princípios de isenção jurídica.

Lula foi impedido de provar sua inocência, mesmo quando, em tese, fosse permitido a ele fazer contraditório e ampla defesa, dentro do que prevê o processo jurídico, conforme a lei.

Juiz e procuradores comemorando a derrota de Lula, fazendo até uma equivocada ironia.

Eles atribuíram a generosidade de Lula à suposta caridade de Madre Teresa de Calcutá (que no Brasil encontrou similar num "médium espírita" que usava peruca).

Só que Madre Teresa era uma reacionária doente, assim como o tal "bondoso médium" (este também um farsante, pioneiro em literatura fake) que aliás apoiou a ditadura e o AI-5 e foi premiado por isso.

Esses "símbolos" de "caridade máxima" são falsos e fajutos, sua "filantropia" nunca combateu a pobreza estrutural das classes populares e nem mexia nos privilégios abusivos das elites, muito pelo contrário.

Essa "caridade" é exatamente aquela que Luciano Huck faz para se promover na sociedade. Mas se tem esquerdista passando pano na "madre" e no "médium" pelo quase nada que fizeram pelo próximo...

Aliás, essa é a "caridade" também defendida pelas petrolíferas estrangeiras 

Muito diferente da Petrobras, cujos lucros tinham uma parte investida em um fundo social, dedicado a investir em saúde e educação públicas e outros fins em beneficio da sociedade brasileira.

As petrolíferas estrangeiras, como a Shell, só atuam em projetos assistenciais quando isso representa um capital publicitário para as mesmas.

É aquela "caridade de resultados". O "filantropo" nada ajuda, mas quando tenta alguma coisa, faz estardalhaço para si mesmo, enquanto só realiza ajudas paliativas que não resolvem, senão de forma provisória, os problemas da miséria humana.

Era constrangedor e vergonhoso ver o tal "médium" fazer caravanas "do amor", espalhafatosas e exibicionistas, para doar um verdadeiro "lixo" de roupas imprestáveis, alimentos de marcas ruins e remédios de validade vencidos, escondidos entre donativos normais.

Qualquer pessoa gananciosa faz esse espetáculo e finge dar "dedicação exclusiva ao próximo", mais preocupada em fazer bom mocismo do que realmente em acabar com a miséria, que não é, aliás, a sua real finalidade.

As pessoas se iludem com essa idolatria aos pretensos filantropos e a masturbação pelos olhos da comoção fácil só serve para um divertimento fútil e inútil.

É esse pessoal que se iludiu com Sérgio Moro, de certa forma. Mesmo os esquerdistas que viam nele a personificação do vilão catastrófico, ao passarem a mão em "médiuns" cujos textos eram replicados para "combater a polarização", de certa forma se iludiram com a Lava Jato.

Da mesma forma, as esquerdas festivas, que viam na Lava Jato uma oportunidade de "derrubar corruptos políticos" carreiristas.

E aí vemos a Folha de São Paulo, mentora oculta dessa esquerda que acha que o "bumbum tantã" vai salvar a humanidade e curá-la da Covid-19, criticando a Lava Jato que tanto defendeu.

Mas temos pessoas que falam mal de Luciano Huck, Tutinha, William Bonner e Otávio Frias Filho mas seguem tudo o que eles mandam ou mandaram, com fidelidade surpreendentemente canina.

Fácil falar mal do professor e, em contrapartida, seguir as lições direitinho. Ou cospir no prato em que comeu. Ou se divertir numa festa e se empanturrar da boa comida em um jantar e, depois, falar mal do anfitrião.

Agora a Folha de São Paulo vomita no banquete em que comeu com muito gosto e sem o menor escrúpulo, admitindo que a Lava Jato atuou com parcialidade e irresponsabilidade jurídica.

Claro, o propósito foi feito: criar o golpe político para tirar políticos progressistas e colocar no lugar governantes a serviço de corporações estrangeiras.

E aí o objetivo principal foi realizado: entregar as reservas de pré-sal do petróleo brasileiro para as empresas estrangeiras.

Não só o pré-sal, mas o que tiver de petróleo disponível. Nas minhas caminhadas em Gragoatá, Niterói, via plataformas de petrolíferas estrangeiras ali, sugando a riqueza mineral.

E como o nosso petróleo foi embora, como o estrago foi feito com o golpe e todos os retrocessos realizados - como a reforma trabalhista - , agora dá para até mesmo as esquerdas festivas, que brincam de cão e gato com Jair Bolsonaro, voltarem a sonhar.

E aí veremos esquerdistas sonhadores e "espiritualizados", uns exaltando a maconha recreativa - que nos EUA virou "brinde" para quem aceitar ser vacinado contra a Covid - , outros exaltando o "lindo exemplo" do "médium de peruca", que, se vivo estivesse, seria um bolsonarista dos mais radicais.

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