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JAIR BOLSONARO ASSUME: QUER DESQUALIFICAR O EMPREGO DOS BRASILEIROS

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O BRASIL NOS CINQUENTA ANOS DO AI-5

ATENTADO EM UMA IGREJA CATÓLICA DE CAMPINAS, QUE CAUSOU CINCO MORTES.

No dia em que se lembra dos 50 anos do AI-5, num contexto em que nos preparamos para encarar o governo ultraconservador de Jair Bolsonaro, incidentes graves vêm à tona.

O quinto ato institucional da ditadura militar a tornava mais rígida, levando adiante o cenário autoritário iniciado em 1964, só que de maneira mais agressiva.

E aí temos o "período 1964" redivivo em Temer e o "AI-5" de Bolsonaro, botando o país à deriva.

Alguns incidentes, então, vêm para trazer reflexão.

Um é a acusação do "médium" João Teixeira de Faria, o João de Deus, latifundiário e charlatão - se dizia curandeiro mas era incapaz de se auto-curar de um câncer - de ter feito assédio sexual contra várias mulheres.

As denúncias de assédio começaram no programa Conversa com Bial, da Rede Globo, uma pauta que surgiu por acaso.

A roteirista e jornalista Camila Appel foi para Abadiânia, Goiás, para convidar o "médium…

WIKIPEDIA EM PORTUGUÊS IGNORA WALDIR SERRÃO E PETE SHELLEY E OMITE OBITUÁRIOS

Dois gigantes do rock tiveram seus obituários ignorados pela edição em português do Wikipedia.

Trata-se do pioneiro do rock baiano, o músico e radialista Waldir Serrão, o Big Ben, e o guitarrista Pete Shelley, um dos membros-fundadores da banda punk britânica Buzzcocks.

Isso é um desrespeito à memória dessas duas figuras muitíssimo influentes.

Um, baiano, contribuiu para os primórdios do Rock Brasileiro.

Outro, inglês, influiu fortemente no cenário independente não só do Reino Unido, mas também mundial.

É até curioso que, entre os dois, há uma ligação: o cantor Marcelo Nova, do Camisa de Vênus.

Nova, roqueiro baiano, por razões óbvias deve a Big Ben a abertura do caminho para a cena local e, em parte, brasileira.

Marcelo Nova também gravou uma música dos Buzzcocks, "I Believe", que ganhou letra em português e virou "O Adventista".

Infelizmente, os Buzzcocks são desprezados no Brasil, e olha que, se não fosse a banda de Pete Shelley, não teríamos grupos hoje conhec…

A PRISÃO DE RODRIGO NEVES E A SITUAÇÃO COMPLICADA DE NITERÓI

Ontem o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, foi preso pela Operação Lava Jato, através de seu desdobramento chamado Operação Alameda.

Pode ser uma prisão política, baseada na delação premiada do empresário Marcelo Traça, em acordo feito com o Ministério Público Federal.

Em todo o caso, Rodrigo é acusado de envolvimento em um esquema de desvio financeiro de R$ 10 milhões do setor de transporte coletivo da cidade.

Rodrigo teria sido responsável por suposto esquema de arrecadação que cobrava uma porcentagem de 20% sobre valores reembolsados por gratuidade nas passagens do transporte municipal.

Também foram presos dois empresários de ônibus: João dos Santos Silva Soares, presidente do consórcio Transnit e sócio da Auto Lotação Ingá e João Carlos Félix Teixeira, que preside o consórcio TransOceânico e também é sócio da Viação Pendotiba.

Outro que foi preso foi Domício Mascarenhas de Andrade, ex-secretário de Obras de Niterói, que teria arrecadado os valores e negociado com representantes …

SOLTEIRAS, NO BRASIL, SÃO INDUZIDAS PELO CORONELISMO MIDIÁTICO A OUVIR MÚSICAS DE VALOR DUVIDOSO

O gosto musical do "popular demais" não é livre. Ele é induzido pelo coronelismo midiático local, que determina o que o "povão" deverá ouvir.

É claro que não estamos aqui fazendo "teoria hipodérmica", tendência crítica da Teoria da Comunicação que via na manipulação do poder midiático algo simplório e bruto.

Teorias posteriores revelaram que existem mecanismos de persuasão do receptor de uma mensagem comunicativa, que envolve o conhecimento das fraquezas emotivas do público.

Neste momento de "lavagem de roupa suja" depois do ridículo "combate ao preconceito" brega que só gerou mais preconceitos - que culminaram na eleição de Jair Bolsonaro - , o coronelismo radiofônico deve ser discutido também sob o âmbito do "popular demais".

A "cultura" brega-popularesca que transformou o povo pobre em caricatura de si mesmo e promoveu mais consumismo que cidadania causou estragos diversos na população.

A intelectualidade "…

FALTAM EDIÇÕES DE O FLUMINENSE DE 1964-1969 NA HEMEROTECA DA BIBLIOTECA NACIONAL

Um apelo se faz aos colecionadores que tiverem edições do jornal O Fluminense, de Niterói, dos anos de 1964 a 1969.

Faltam edições dessas datas no acervo da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.

Não conferi se existem edições impressas ou microfilmadas, mas o que se sabe é que não há acervo desta data disponível na Hemeroteca Digital.

Espera-se que haja contribuições para suprir essa lamentável lacuna, e pede-se que algo seja feito para suprir o acervo ausente.

Que apareçam os colecionadores, que devem se apresentar à Biblioteca Nacional ou mandar alguma mensagem.

É importante que um jornal de Niterói, que hoje segue firme no mercado, tenha seu acervo completo, porque é triste ver faltar um acervo de período tão importante.

A memória jornalística necessita de tais colaborações. Os leitores ficarão gratos.

GOVERNO BOLSONARO JÁ VIROU BAGUNÇA

Isso é que dá brasileiro endeusar arrivistas.

Num país em que se considera "espírito de luz" um farsante tido como "médium espírita" que foi marcado por literatura fake tida como "mediúnica", faz sentido permitir tanta bagunça.

No Brasil errar deixou de ser humano, passou a ser a receita de sucesso.

É uma combinação de confusões, encrencas, precipitações, entre carteiradas e caneladas, que promove pretensos enfant terribles que viram falsos exemplos de superação e perseverança.

Desde que o tal "médium", um canastrão religioso e reacionário, usou o nome do coitado do Humberto de Campos para um livro de História do Brasil ruim, que promete uma patriotada religiosa, permite-se que os espaços sejam conquistados por verdadeiros encrenqueiros.

Ora, para um Brasil que permite que tal "médium" - também conhecido por pedir aos infelizes aguentarem suas agonias em silêncio - seja um "filantropo", à maneira da dramaturgia novelesca, e …