Em 2004, uma tese absurda foi defendida pelos fãs da Rádio Cidade e 89 FM, supostas rádios de rock do Rio de Janeiro e de São Paulo, respectivamente. Eu havia questionado o fato de que as duas rádios eram feitas por radialistas sem especialização de rock e citava até um locutor, Rhoodes Dantas, que afirmava que nunca gostou de rock. Aí, os fanáticos defensores das duas emissoras, provavelmente combinando uma resposta em conjunto para forjar "unanimidade", vieram com a besteira de dizer que é por não gostar nem entender de rock que o radialista se torna um melhor profissional. O pretexto era de que gostar e entender de rock era visto como "masturbação" e que, por isso, o cara "de fora" teria "maior imparcialidade" para trabalhar o gênero, como se não entender nem gostar de rock pudesse "abrir mais a mente" para uma programação "mais consistente". Na teoria, tudo parece lindo. Só que na prática, é uma das visões mais pr...