Depois da onda conservadora no âmbito político, é a vez da onda conservadora no âmbito musical. Estamos falando da "velha MPB dos festivais", "cansada", "idosa" e "complicada"? Não. Estamos falando do brega-popularesco, que, agora ancorado pelo "sertanejo universitário" e pelo "funk", representam o velho travestido de "novo". São sucessos "populares demais" que se desgastam facilmente. Em seis meses, já soam mofados. Para piorar, a música brega-popularesca, ou seja, Música de Cabresto Brasileira, é arrogante, megalomaníaca e não aceita críticas. Recentemente, a cantora Elba Ramalho, veterana na MPB dos anos 1970, estava preocupada com a escalação de "sertanejos" em eventos comemorativos do São João, durante os festejos juninos. Ela foi educada em seus comentários, mas reprovou a supremacia dos "sertanejos" nos eventos. "É um direito do sertanejo estar no São João. M...