A mídia venal tornou-se protetora de um obscurantista religioso surgido como um pretenso, pitoresco e bisonho paranormal e que depois a ditadura militar, sob o patrocínio da Faria Lima em parceria com os coronéis latifundiários do Triângulo Mineiro, o promoveu como um suposto símbolo de "amor e dedicação ao próximo". Os barões da mídia investiram numa narrativa dócil, criando no charlatão religioso um personagem "agradável", um "filantropo de novela", enganando muitas e muitas pessoas, ludibriando os mais diversos segmentos sociais, inclusive aqueles que são relacionados a causas reprovadas por esse ídolo religioso, o tal "médium da peruca" que transformou a Doutrina Espírita em um chiqueiro. E haja Síndrome de Estocolmo para que LGBTQIA+, roqueiros, ateus e esquerdistas deem consideração a um sujeito que reprova esses segmentos sociais! Pois a blindagem a esse obscurantista religioso, de ideias medievais e um dos "vendilhões da esperança...