Era só o que faltava. O negacionista factual, esse “isentão do bem” que, em nome da “democracia”, combate o senso crítico, investe pesado no patrulhamento da opinião pública, de forma a manter a estabilidade social necessária para a garantia dos privilégios das elites. Mas o pior é que ele já está apelando para blindar o cenário degradante do mercado de trabalho. Versão “(um pouquinho mais) democrática” do isentão dos tempos temerosos e bolsonaristas, o negacionista factual alega que, sob Lula 3.0, o emprego está “às mil maravilhas”. Mas, como todo isentão, ele passa pano nos problemas e aconselha as pessoas que procurem emprego que abram mão da vocação. Com aquele jeito de “Monark do bem”, o negacionista factual fala coisas como “a graça do bom serviço é quando é feito por quem não sabe”. E aí vemos que o negacionista factual, que sempre puxa para trás nos debates das redes sociais, quer impor seu modelo de “imparcialidade”, dentro do “equilíbrio de interesses entre as raposas e as g...