Enquanto as seitas neopentecostais são responsabilizadas até pelos erros que não cometeram, o Espiritismo brasileiro recebe ima blindagem de luxo que inclui os grandes latifundiários do Triângulo Mineiro, a Faria Lima e a mídia corporativa, sobretudo Globo, Folha, Abril e SBT. Um dado risível se notou quando o cineasta da franquia “Nosso Lar”, Wagner de Assis, se recusou a definir suas produções como “filmes espíritas”, em palestra realizada no painel A Fé Move Montanhas e Engaja Audiências, no Rio Cc. A cobertura foi feita pelo portal UOL, da família Frias, que apoia o Espiritismo brasileiro. O cineasta tentou explicar: “Primeiro que o espiritismo não é gênero de cinema, não é gênero narrativo. O espiritismo é uma coisa, o cinema é outra coisa”. Definindo o rótulo de “filme espírita” como uma “caixa estreita” que, a seu ver, manifesta “preconceito contra os filmes de fé”, Assis diz que seus filmes servem para ser vistos por “pessoas de toda parte do mundo” e até por “não-espíritas”. S...