Um humilde blogueiro e semiólogo é esforçado e corajoso ao identificar as bombas semióticas distantes, sejam elas na Polônia, na Coreia do Sul ou na Espanha. Mas quando se trata de perigosos arsenais, paióis semióticos de potencial explosivo localizados em Uberaba, o nosso prestigiado professor troca o teclado do computador pela flanela, prestes a fazer suas melindrosas passagens de pano. A traiçoeira mística em torno do “médium da peruca” tentou mais uma manobra há poucos dias, quando lançou mão de uma tese confusa, publicada em um periódico de baixíssimo fator de impacto na comunidade científica, que supostamente apontaria acertos na “psicografia” do obscurantista da fé “raciocinada”. A tese se baseou em uma gravação de quase uma hora feita em Pedro Leopoldo, em junho de 1955. Na imprensa brasileira, a notícia foi divulgada pela revista Veja, famosa pelas posições reacionárias divulgadas de maneira intensa entre 2002 e 2016. A alegação feita pelos dublês de intelectuais que faze...