GASTOS COM VIAGENS ESTÃO ENTRE OS FATORES QUE PROVOCARAM O ROMBO TRILIONÁRIO DO GOVERNO LULA.
Uma catástrofe econômica foi causada pelo presidente Lula, um fato que os lulistas impedem que as pessoas tomem conhecimento. A dívida pública de seu terceiro mandato atingiu um valor de R$ 10,8 trilhões, equivalente a 81,9% do Produto Interno Bruto (PIB).
A dívida já é considerada uma das maiores de um governo da História da República, e esse valor se torna mais vergonhoso ao saber que Lula prometeu déficit zero em seu terceiro mandato.
A chamada dívida pública é referente ao setor público consolidado e se trata de um conceito fiscal que representa o montante total das obrigações financeiras assumidas por um ente da Federação (União, Estados, Distrito Federal e Municípios).
A dívida subiu dez pontos em relação à de 2022, final do governo Jair Bolsonaro, que foi marcado pelo negacionismo da pandemia da Covid-19 e pela atuação irresponsável do extremo-direitista, que praticamente governou somente para seus amigos, familiares e aliados mais próximos.
A dívida pública do governo Lula teria sido aumentada devido ao reajuste de gastos públicos do presidente brasileiro. Por incrível que pareça, não são gastos com Educação e Saúde pública e nem com projetos sociais, pois estes sofreram cortes, em especial as universidades federais e o Sistema Único de Saúde.
Os programas de geração real de emprego também não receberam investimentos e Lula preferiu a ficção publicitária dos relatórios, narrando “recordes históricos” do emprego que, através de um “fogo amigo” do portal solidário Brasil 247, foram revelados de que eram apenas o crescimento do trabalho precário, que paga apenas um ou dois salários mínimos.
Os gastos que estouraram a dívida pública estão relacionados a festas desnecessárias, como o Festival do Futuro realizado após a posse, e que pode ter sido o pivô da Revolta de Oito de Janeiro. Também foi o excesso de viagens ao exterior, as verbas para emendas parlamentares (que dá indícios de ser um mensalão repaginado) e verbas do Ministério da Cultura para artistas ricos ou para “oficinas” de música popularesca.
Sou contra o teto dos gastos públicos, mas esse processo deveria ser voltado para atender às necessidades sociais fundamentais. Educação e Saúde públicas, verbas para programas de geração de empregos, verbas para pesquisas científicas, por exemplo.
Para piorar, Lula pretende conter os gastos públicos naquilo que não devia. No seu terceiro mandato, ele cortou investimentos em universidades públicas e em serviços públicos de saúde, prejudicando cirurgias urgentes.
A gravidade não para por aqui. Desde o começo do terceiro mandato, Lula se revoltava contra a atuação do então presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, que mantinha os juros altos da dívida pública, então no índice de 13,75%. Foi depois substituir Campos Neto por Gabriel Galípolo, Lula mudou a narrativa, passando pano nos juros altos. E Lula, que antes prometeu reduzir os juros a valores baixos, deixou aumentá-los para o recorde negativo que aqui vemos.
Enquanto isso, Lula permanecerá viajando constantemente, buscando sua consagração mundial, sem saber que grande parte do rombo trazido pelo déficit das dívidas públicas se deu com a ênfase supérflua na política externa. E Lula promete "disciplinar" as emendas parlamentares, o que significa que deputados e senadores continuarão ganhando "gorjetas" de cino dígitos por votação.
O Brasil ainda espera pela reconstrução que ninguém em sã consciência sentiu.

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