Sérgio Moro, em entrevista ao canal Globo News, admitiu que tratou o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva como um adversário de ringue de boxe. Por sua vez, o presidente Jair Bolsonaro cancelou compromissos ao perceber que agora sente efeitos ainda mais sérios de contaminação por coronavírus, meses depois de chamar a Covid-19 de "gripezinha" e, poucos dias atrás, vetar medidas de obrigatoriedade do uso da máscara de proteção (informação não mencionada neste vídeo).
Não ia escrever mais um texto consecutivo sobre "funk", ocupado com tantas coisas - estou começando a vida em São Paulo - , mas uma matéria me obrigou a comentar mais o assunto. Uma reportagem do Splash , portal de entretenimento do UOL, narrou a iniciativa de Thiago de Souza, o Thiagson, músico formado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) que resolveu estudar o "funk". Thiagson é autor de uma tese de doutorado sobre o gênero para a Universidade de São Paulo (USP) e já começa com um erro: o de dizer que o "funk" é o ritmo menos aceito pelos meios acadêmicos. Relaxe, rapaz: a USP, nos anos 1990, mostrou que se formou uma intelectualidade bem "bacaninha", que é a que mais defende o "funk", vide a campanha "contra o preconceito" que eu escrevi no meu livro Esses Intelectuais Pertinentes... . O meu livro, paciência, foi desenvolvido combinando pesquisa e senso crítico que se tornam raros nas teses de pós-graduação que, em s...
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