ATRAVÉS DO PESQUISISMO, LULA QUER IMPEDIR QUE O ELEITORADO TESTE OUTRAS OPÇÕES DE VOTO.
O Brasil não pode ser refém do favoritismo forjado de Lula, que com seu governo decepcionante, limitado ao paliativo de auxílios e créditos, pouco fez para impulsionar as classes populares para a prosperidade, só facilitando o caminho para os chamados “pobres de novela”.
É preocupante a máquina de produzir supostas pesquisas de opinião, acionadas desde os primeiros meses do terceiro mandato de Lula, sempre com o bordão de que o petista “vence todos os cenários”. A mídia lulista comemora a suposta fragmentação da direita e a morte presumida da Terceira Via, apostando na continuidade da “democracia de um homem só” do presidente Lula.
A necessidade de reagir ao voto imposto, ao voto pré-determinado por levantamentos estatísticos é uma urgência para permitir ao eleitor evitar a “democracia de cabresto” e pensar antes de votar, para não votar no “político de estimação” e sim num projeto para o Brasil. Um Brasil menos parque de diversões e mais nação em reconstrução.
O nosso país está deteriorado, numa situação preocupante para uma nação que quer figurar no Primeiro Mundo como vedete mundial. Com Lula, o Brasil tende a obter de graça uma reputação de “desenvolvido” apenas por meio de uma cosmética na Economia.
Será muito trabalhoso romper com esse Brasil de resíduos ditatoriais que persistem até hoje. Um Brasil bregalizado, piegas, beato, cafona que passou a ser tudo isso não porque sempre fez parte da emotividade brasileira, mas foi introduzida pelo culturalismo da Era Geisel.
Se fica difícil convencer um brasileiro médio a abandonar o cigarro, o que dizer de largar a degradação cultural que se tornou zona de conforto para muita gente? E o perigo é que Lula é muito ostensivo no exterior e não dá para propor um protagonismo mundial para um país culturalmente devastado que é o Brasil.
Por isso, devemos, na hora do voto, pensar menos em espetáculo e mais em resolver nossos problemas internos. Deixar as pesquisas para lá e ver que institutos de pesquisa não podem decidir pelo nosso voto. Protagonismo mundial se deixa para depois, até para evitar constrangimento. Brasil tem que crescer primeiro para depois aparecer.

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