Matéria do Jornal Nacional, da Rede Globo, em que um porteiro supostamente citou Jair Bolsonaro na autorização da entrada de um dos acusados da morte de Marielle Franco, o PM aposentado Élcio Queiroz, no condomínio onde o presidente tem uma casa, é o mais grave episódio que deixa o Brasil numa situação bastante frágil. Embora fossem rumores, o episódio aponta para o mais grave incidente envolvendo um presidente da República na História do Brasil.
SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO - A mesma multidão? As manifestações no fim de semana parecem iguais. A questão não é Lula não sobrecarregar a agenda, mas a presença de uma mesma multidão apenas em uma manifestação por dia, em vez de outros grandes movimentos solidários a Lula. Em outras palavras, uma mesma concentração que, no último domingo, 11 de outubro, se deu na Avenida Paulista, em São Paulo, e, no dia seguinte, na Praia de Copacabana. Uma só concentração no dia. Não chega a ser um truque de Inteligência Artificial, como reclamaram os bolsonaristas no Threads, mas se Lula só poderia estar num lugar, outras manifestações gigantescas teriam ocorrido sem ele. No dia 11, apenas algumas iniciativas estudantis aconteceram fora de São Paulo, como em Niterói, na Praia de Icaraí. Com todos os esforços para que ocorra a tal virada, ainda não se viu um movimento com a dimensão das Diretas Já com a autonomia da Passeata dos Cem Mil (que, mesmo numerosa em 1968, não conseguiu pôr fim à ditad...
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