Pular para o conteúdo principal

LILY COLLINS E SUA VISÃO REALISTA SOBRE O AMOR


Como o Brasil está atrasado, parecendo uma grande roça. A atriz inglesa Lily Collins, filha do famoso músico Phil Collins, deu uma grande lição de coerência que soa como um puxão de orelha nas "solteiras de carnaval" e no hábito de muitos casais serem formados sem muita afinidade, o que estabelece seu eventual preço nas manchetes policiais.

Enquanto aqui se pensa em amor como consumismo de emoções, em que raramente se pensa em afinidades sociais - e ainda tem patetas nas mídias sociais que acham que o que vale mesmo são as diferenças, a falta de afinidade - , a declaração de Lily é de uma maturidade incrível para uma moça que já vai fazer 26 anos.

E pensar que no Brasil tem até mulher de 45 anos errando nas relações, casais se dissolvendo ao menor impulso, casais sem afinidade arrastando relação para evitar divórcios onerosos e escandalosos, sem falar das conveniências sociais que insistem em unir quem não tem afinidade e separar quem tem afinidade.

Pois a frase de Lily Collins pode até ser menosprezada pelo brasileiro médio, que só quer curtição e fica defendendo o "estabelecido", sem saber o que isso se trata, que benefícios traz ou se tem coerência ou não. Vamos lá para a frase de Lily, a respeito de pessoas que querem encontrar alguém para amar:

"Eu sempre acho que tudo acontece por uma razão. Às vezes é preciso saber que você não sabe o que você quer, conhecendo a pessoa errada para saber se ela seria a pessoa certa. E essa é a vida. Você tem que passar por essas coisas para encontrar a pessoa certa e para encontrar seu caminho na vida. Não é a decisão que define quem você é, é como você lida com ela, as repercussões e como você sai dessa. Você aprende coisas diferentes sobre você mesma apenas olhando para as pessoas que você escolhe para estar na sua volta, relacionamentos e amigos. E eu acho que você só pode atrair as pessoas certas quando você sabe quem você é. É como dizem, você aceita o amor que você acha que merece. Até que você saiba o que você quer e quem você é as pessoas certas não serão atraídas para você".

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ESTUPRO COLETIVO DERRUBA MITO DA "LIBERDADE DO CORPO"

O vergonhoso caso do estupro coletivo desmascarou uma situação que a intelectualidade "bacana" sempre abafou com falso relativismo.

O mito da "liberdade do corpo" num país do combate ao assédio abusivo.

O terrível caso ocorreu num bairro popular, na região de Jacarepaguá.

33 homens afoitos cercando uma moça de 16 anos, dopando a menina, depois a estuprando sob o registro da câmera do celular e depois publicando na Internet.

Um episódio de pura truculência, mas condicionado pela ilusão de liberdade sexual que a intelectualidade "bacana", que apostava num Brasil brega, queria para as classes pobres.

Mesmo mulheres aparentemente ativistas, dentro dessa intelectualidade, davam dois pesos e duas medidas.

Elas reclamavam contra a imagem caricatural que as mulheres, de classe média, recebiam dos comerciais de TV.

Mas consentiam que a mesma imagem fosse impunemente abordada sob o rótulo do "popular".

Reclamavam quando a imagem da mulher de classe média…

GOVERNO TEMER E A REVOLTA DOS UMBIGOS

A "revolta dos umbigos" que surgiu nas mídias sociais achou que tinha o poder pleno nas mãos.

Lutaram para ter Michel Temer no lugar de Dilma Rousseff para realizar uma agenda mais conservadora para o Brasil.

Essa agenda é um misto do programa eleitoral derrotado de Aécio Neves em 2014 com as "pautas-bombas" do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Primeiro, os "revoltados" na Internet se escondiam nas mídias sociais, se limitavam a trolar assuntos culturais ou coisa próxima e fingiam serem progressistas.

Depois, deixaram a máscara cair e iniciaram uma campanha para derrubar Dilma Rousseff.

Conseguiram o que fizeram, pois faziam parte de uma "frente ampla" às avessas, que clamavam por retrocessos políticos sob a desculpa do "combate à corrupção".

Estavam junto dos empresários em geral e, em parte, os que controlam a grande mídia.

Foram animadores juvenis de uma campanha que ludibriou a sociedade inteira, que passou …

CRIMINALIZAÇÃO DO "FUNK" É UMA PROPAGANDA ÀS AVESSAS

Um abaixo-assinado na página do Senado atingiu, anteontem, a marca de 20 mil assinaturas, diante de uma causa bastante controversa, a de criminalização do "funk".

A proposta é de autoria do empresário paulista Marcelo Alonso, que se declara pai de família e afirma estar tentando "salvar a juventude".

Deu um tiro no pé, porque a proposta acabou estimulando mais o natural coitadismo do "funk", tido como "vítima de preconceito".

A repressão policial transformou um ritmo musicalmente medíocre em "canção de protesto".

A presença de "bailes funk" em noticiários policiais transformou os ricos empresários-DJs, ávidos por dinheiro, em supostos ativistas culturais.

A criminalização transformou medíocres MCs de vozes esganiçadas em pretensos militantes.

Da mesma forma, a criminalização do "funk" fez um mero ritmo dançante e comercial virar, durante anos, um pretenso paradigma de folclore popular.

Enquanto rolava o discurso de…