Pular para o conteúdo principal

O BRASIL, A RELIGIÃO DA REDE GLOBO E OS "FILANTROPOS DE NOVELA"


Felizmente não repercutiu muito a notícia de que Oscar Niemeyer, comunista e ateu, teria planejado um memorial para um ídolo religioso de valor muito duvidoso.

O ídolo religioso, na verdade um arrivista que começou lançando um livro de poesias fake em 1932, era, aliás, uma figura muito conservadora e defendeu abertamente a ditadura militar.

Infelizmente, esse ídolo religioso é uma pretensa unanimidade, mas felizmente as esquerdas começam a perder as ilusões a respeito desse ídolo, que nasceu e viveu em Minas Gerais.

A função desse ídolo religioso diz muito à blindagem que a mídia faz ao Espiritismo empastelado do qual ele é considerado o maior representante.

O nome dessa função, "médium", tem a ver mais com a mídia oligárquica que sempre defendeu figuras assim. Daí o trocadilho: "médium" e "mídia". Tudo a ver.

Afinal, os "médiuns", no Brasil, muito diferentes dos discretos paranormais franceses, tornaram-se os "filantropos de novela", envoltos em uma mística piegas e dramatúrgica que, no entanto, quer se sobrepor à realidade.

Dizem que os "médiuns" fizeram ou fazem caridade e transformaram vidas. Mas os resultados são, simplesmente, inexpressivos. Senão o Brasil não viveria essa crise séria, afinal os "médiuns" nunca foram tão cultuados nessas últimas décadas.

Só que essa caridade é muito duvidosa e os resultados, se observássemos bem, nunca passaram de Assistencialismo frouxo, como se vê nos quadros "sociais" de Luciano Huck, fã confesso do referido "médium".

Os "médiuns" são tão midiáticos quanto Sérgio Moro e mais parecem heróis de dramalhão novelesco.

A narrativa é agradável, dócil, analgésica, tranquilizadora, despertadora e desperta a comoção fácil.

Os críticos desse "Espiritismo midiático" que fugiu do original francês definem essa comoção fácil como "masturbação com os olhos", pelo sentido que tem a busca das pessoas pelo transe das lágrimas intencionalmente produzidas a cada história triste contada nos cultos do gênero.

As relações desse "Espiritismo" com o poder midiático são tão orgânicas e cúmplices - o "médium das Gerais" foi, aliás, um mito construído com a ajuda da TV Tupi e Rede Globo - que a religião é a que mais se sintoniza perfeitamente com o regime de exceção vigente desde 2016.

O "Espiritismo", na forma como é feito no Brasil, apoiou os protestos do Movimento Brasil Livre e companhia.

Pediu para que "orássemos em favor" do governo Michel Temer.

Defendeu as ditas reformas, trabalhista e previdenciária, que estão de acordo com a apologia do sofrimento, dos sacrifícios e desgraças, que esta religião "espiritualista" defende.

E ainda dá o maior apoio à Operação Lava Jato e fala em criminalização dos movimentos sociais.

Por ironia, o "admirável médium das Gerais", em um famoso programa da TV Tupi, transmitido há 47 anos, reprovou os movimentos sociais, o comunismo e os governos de "tendência esquerdizante", nas palavras do "bondoso e humilde homem".

O mesmo "médium", no fim da vida, recebeu Aécio Neves e Luciano Huck, modelos de "figura humana" que o religioso sonhava desde a juventude.

Ainda não dá para entender por que setores progressistas caíram no seu canto de sereia.

Talvez seja a habilidade publicitária de seu tutor, que havia sido, durante décadas, presidente da principal instituição "espírita" que funciona no Brasil.

Mas, recentemente, a Globo, antes hostil a essa religião, passou a ser aliada permanente dela.

A religião "espírita" brasileira é conservadora, moralista, defende a submissão humana às adversidades cotidianas.

Essa religião veste a capa de "não-religião", finge ser amiga da ciência, usa o verniz da despretensão e do ecumenismo, atendendo a muitas demandas místicas e moralistas que garantem o poderio absoluto das Organizações Globo.

A Folha e a Abril também gostam desse "espiritismo de novela".

O BOL e o UOL publicaram a notícia que envolveu o coitado do Niemeyer, tão generoso que acabou, nos últimos anos, fazendo favores a espertos que vão desse "médium" ao político carioca Eduardo Paes.

Tentei questionar, dizendo que o tal "médium" traiu o pensamento original francês e produziu obras fake que ofenderam a memória de anônimos e de literatos mortos, principalmente o Humberto de Campos.

Meu comentário não foi publicado. Mas, quando houve a polêmica do aluno bolsonarista numa escola do Ceará, comentários de outros bolsonaristas, alguns bastante agressivos, foram livremente publicados.

Paciência. O BOL é da família Frias, uma das principais oligarquias midiáticas do Brasil.

Especialistas literários consideram que a obra "psicografada" que leva o nome de Humberto de Campos e o improvisado pseudônimo de "Irmão X", destoam claramente da obra que o autor havia lançado quando era vivo.

A constatação não parte de calúnia ou inveja, mas de pesquisas criteriosas envolvendo comparações de estilo, de linguagem, de gramática, de formas de narrativa etc.

Nesse trabalho cuidadoso, se revelou que Humberto de Campos teve, em vida, um estilo ágil, uma escrita culta mas acessível, uma linguagem descontraída, uma temática laica e variada.

No caso do suposto espírito do escritor, constatou-se que o estilo era rigorosamente outro.

A escrita era pesada e prolixa, uma linguagem melancólica, uma temática invariável que só se alterna entre temas religiosos e moralismo severo e retrógrado.

Muitos se queixam que o Humberto de Campos original desapareceu das livrarias, enquanto o Humberto de Campos fake corre livre, leve e solto, até nas bienais dos livros.

Paciência, o "Espiritismo" catolicizado que temos, na verdade se tornado a religião da Rede Globo, é apenas o reflexo do poder que a plutocracia exerce no Brasil durante décadas.

Trata-se de uma religião capaz de se dissimular e se mascarar, a ponto de se vender até para periódicos de esquerda, quando for o caso, embora seu moralismo extremamente conservador, ancorado na apologia do sofrimento humano, seja bastante explícito.

Essa capacidade camaleônica do "Espiritismo" feito no Brasil tem, de trair o pensamento original de Allan Kardec e depois fazer, à maneira dos piores traidores, fazer reverência àquele que traiu, causa muita preocupação.

As pessoas adultas ainda acreditam em contos de fadas e em fadas-madrinhas. Os contos de fadas são as obras "espíritas" de apelo bem igrejeiro, os "médiuns" são as "fadas-madrinhas".

Os midiáticos "médiuns" são, portanto, os "filantropos de novela" com sua caridade que nada ajuda senão na promoção pessoal deles mesmos.

É um espetáculo sensacionalista que impulsiona uma estranha idolatria, uma "idolatria sem idolatria", com muitos acreditando tolamente que esses "médiuns", capazes de excursionar pelo mundo financiados pelo empresariado mais corrupto, são realmente humildes.

Eles vivem do culto à personalidade, produzem obras fake e praticam a pseudo-caridade sem resultados concretos, aos níveis da "caridade eletrônica" de um Luciano Huck.

Enquanto uma considerável parcela de brasileiros permanecer iludida com o apego doentio a essa religião e a esses "médiuns", o Brasil não evolui.

Consta-se que Allan Kardec achava preferível que, num questionamento severo, se arruinassem certos homens do que multidões inteiras: "Melhor que caísse um do que um milhão de pessoas".

Aqui é o inverso. Muitos insistem em pensar que "é melhor que caísse o Brasil inteiro do que caísse um único 'médium'".

É por isso que vivemos num quadro desses.

Lula ajudou muito mais gente, em apenas oito anos de governo, do que todos os "médiuns" em 50 ou 80 anos de pretenso apostolado espírita-cristão.

Lula está preso. Enquanto isso, os livros fake dos "médiuns" circulam livremente pelas livrarias e são acessíveis até de graça na Internet.

Sinto muita vergonha dessa situação. Prefiro não ser mais religioso e ficar longe dessas armadilhas falsamente belas e terrivelmente traiçoeiras.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ESTUPRO COLETIVO DERRUBA MITO DA "LIBERDADE DO CORPO"

O vergonhoso caso do estupro coletivo desmascarou uma situação que a intelectualidade "bacana" sempre abafou com falso relativismo.

O mito da "liberdade do corpo" num país do combate ao assédio abusivo.

O terrível caso ocorreu num bairro popular, na região de Jacarepaguá.

33 homens afoitos cercando uma moça de 16 anos, dopando a menina, depois a estuprando sob o registro da câmera do celular e depois publicando na Internet.

Um episódio de pura truculência, mas condicionado pela ilusão de liberdade sexual que a intelectualidade "bacana", que apostava num Brasil brega, queria para as classes pobres.

Mesmo mulheres aparentemente ativistas, dentro dessa intelectualidade, davam dois pesos e duas medidas.

Elas reclamavam contra a imagem caricatural que as mulheres, de classe média, recebiam dos comerciais de TV.

Mas consentiam que a mesma imagem fosse impunemente abordada sob o rótulo do "popular".

Reclamavam quando a imagem da mulher de classe média…

GOVERNO TEMER E A REVOLTA DOS UMBIGOS

A "revolta dos umbigos" que surgiu nas mídias sociais achou que tinha o poder pleno nas mãos.

Lutaram para ter Michel Temer no lugar de Dilma Rousseff para realizar uma agenda mais conservadora para o Brasil.

Essa agenda é um misto do programa eleitoral derrotado de Aécio Neves em 2014 com as "pautas-bombas" do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Primeiro, os "revoltados" na Internet se escondiam nas mídias sociais, se limitavam a trolar assuntos culturais ou coisa próxima e fingiam serem progressistas.

Depois, deixaram a máscara cair e iniciaram uma campanha para derrubar Dilma Rousseff.

Conseguiram o que fizeram, pois faziam parte de uma "frente ampla" às avessas, que clamavam por retrocessos políticos sob a desculpa do "combate à corrupção".

Estavam junto dos empresários em geral e, em parte, os que controlam a grande mídia.

Foram animadores juvenis de uma campanha que ludibriou a sociedade inteira, que passou …

COMO SOBREVIVER NO BRASIL GOVERNADO POR JAIR BOLSONARO?

Está bem, Michel Temer completou o mandato, rindo do "Fora Temer" que não conseguiu tirá-lo do poder, e Jair Bolsonaro tornou-se presidente da República.

Agora, temos que encarar a situação com cabeça fria. Foi perdendo a cabeça que a oposição fez com que a ditadura militar decretasse o AI-5, há 50 anos.

Bolsonaro pretende eliminar o que ele entende como "doutrinação ideológica" nas escolas, que devem retomar as antigas relações hierárquicas entre professor e aluno.

Ele divulgou o novo salário mínimo, abaixo da expectativa. Em vez de R$ 1.006, R$ 998.

Na véspera da posse, ele anunciou ainda que vai decretar leis facilitando o porte de arma do cidadão comum "sem antecedentes criminais".

Isso causará uma espécie de holocausto a varejo. O Partido dos Trabalhadores já encomendou estudos para comprovar o desastre da medida e impedir sua regulamentação (ou desregulamentação, melhor dizendo, porque será o caos).

Jair Bolsonaro ainda falou da "libertação&qu…

A POLÊMICA FESTA DA REVISTA VOGUE BRASIL

As elites brasileiras se consideram modernas e descoladas, mas andam bastante desnorteadas.

Um episódio que causou problemas foi a festa de aniversário de 50 anos de Donata Meirelles, mulher do publicitário baiano Nizan Guanaes e diretora da edição brasileira da revista Vogue.

A festa foi na sexta-feira passada e Donata tentou agradar os baianos, sentada numa cadeira de pavão de vime e cercada de duas negras vestidas de baianas. O tema da festa foi o candomblé.

A cadeira de pavão feita em fibra de vime, de origem asiática e utilizada por Huey P. Newton, dos Panteras Negras, e por Elza Soares, em um álbum de 1974, foi apropriada pela socialite que acabou sendo vista como a "sinhá" do cenário.

A imagem acabou remetendo ao Brasil colonial, com uma mulher branca ao lado de duas negras que sugerem simbolizar escravas vestindo roupas brancas.

A repercussão na Internet foi negativa.

A festa teve a participação de nomes como Caetano Veloso e Margareth Menezes.

No dia seguinte ao an…

DESEJO MUITA BOA SORTE A JEAN WYLLYS

Lamentável, porém necessário.

Jean Wyllys renunciou ao cargo de deputado federal, do qual foi reeleito por uma pequena vantagem, como exceção numa maioria de reacionários eleitos para o Legislativo federal.

Ele era um dos mais atuantes deputados federais do Brasil e sua experiência de oito anos foi marcada pela coragem, pela dignidade e pela honestidade.

Infelizmente, ele teve que desistir, por ser um dos dois parlamentares do PSOL ameaçados de morte por milicianos, além de Marcelo Freixo.

Os dois perderam a amiga e colega de partido, a vereadora Marielle Franco, covardemente morta junto com seu motorista Anderson Gomes.

Só agora foram presos ou identificados suspeitos do crime. E dois deles foram homenageados e tiveram familiares empregados no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.

Jean Wyllys sentiu o peso desse cenário medonho, e teve que zelar por sua segurança, pela sua vida, e deixou o país rumo a um paradeiro oculto.

O motivo não foi exatamente o gov…

DESCASO PROVOCOU TRAGÉDIA NO CT DO FLAMENGO

Nem para defender seus interesses cariocas e fluminenses agem com prudência.

Eles se preocupam tanto em transformar o futebol em unanimidade, agindo com preconceito contra quem não curte futebol, que se esquecem de zelar pelos assuntos relacionados ao esporte.

Se preocupam, quando conhecem um possível amigo, em perguntar primeiro o seu time, antes do próprio nome, mas não se cuidam da segurança de um alojamento de jogadores.

Pois o time com maior número de torcedores, o Clube de Regatas Flamengo, sofreu uma tragédia que vitimou aqueles que seriam seus futuros jogadores.

Um incêndio ocorrido no Centro de Treinamento do Flamengo, na Vargem Grande, onde se alojaram meninos da equipe sub-17, matou 10 jovens atletas, além de deixar outros três feridos, um com gravidade, conforme informações dadas até a tarde de ontem.

Os mortos teriam sido sufocados por gases tóxicos expelidos pelas chamas, além de gravemente feridos por queimaduras e sem poderem sair de seus quartos, onde dormiam.

A trag…

BRUMADINHO: A PRIMEIRA TRAGÉDIA DO BRASIL DE BOLSONARO

Enquanto no Grande Rio um violento temporal causa estragos e até uma morte, a de um banhista em Copacabana atingido por um dos 700 raios que caíram na tarde de ontem, o lodo soterrou a região de Brumadinho, Minas Gerais, em mais uma queda de barreira.

Foi na hidrelétrica de Retiro Baixo, administrada pela Vale.

A informação inicial foi que, pelo menos, duzentas pessoas ficaram desaparecidas. Mais de cem foram resgatadas com vida.

Até o momento que escrevo este texto, por volta de 22h50, sete pessoas morreram.

A tragédia ocorreu cerca de três anos e dois meses após a tragédia de Mariana, que aconteceu de maneira semelhante.

Como um tsunami de lodo, o lamaçal se deslizou atingindo casas e moradores.

No caso de Mariana, a tragédia causou estragos em boa parte do Estado de Minas Gerais e parte do Espírito Santo.

A tragédia de Brumadinho é a primeira a ser enfrentada pelo governo Jair Bolsonaro.

Jair Bolsonaro e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, decidiram ir ao local para ver…

QUAL O FUTURO DA BAND SEM RICARDO BOECHAT?

RICARDO BOECHAT, NO JORNAL DA BAND, AO LADO DE PALOMA TOCCI.
Um interessante texto do Gente, portal de celebridades do IG, indaga sobre o futuro do Grupo Bandeirantes sem Ricardo Boechat.
A morte do âncora da TV Bandeirantes e da Band News FM deixou uma lacuna irreparável.
Isso é consenso. Boechat tinha uma inteligência e uma competência ímpares e um talento peculiar que não deixará substituto.
O texto do portal Gente fala que mesmo possíveis candidatos à sucessão de Boechat não têm condições de substitui-lo.
Na TV, tem-se Fábio Pannunzio, que conduzirá o Jornal da Band agora como titular.
Na Band News, pelo menos na bancada matriz, de São Paulo, Carla Bigatto e Eduardo Barão continuarão no horário habitual, não havendo mais os comentários e a comunicação do finado jornalista.
Vários jornalistas especulados pelo artigo de Gente para substituir Boechat apresentam problemas aqui e ali.
Rachel Sheherazade e William Waack foram sondados pela Band, mas não foram contratados. Ambos causam p…

O SAUDOSISMO ARTIFICIAL DOS ANOS 90

Eu só errei um pouco a data de quando a década de 1990 seria alvo de um saudosismo mercadologicamente programado.

Pensava que era 2015, mas o saudosismo artificial se dá agora, quatro anos depois.

A década de 1990, no Brasil, diferente do que ocorreu nos EUA e Reino Unido, onde prevaleceu a ressaca melancólica após o fim das eras Margareth Thatcher e Ronald Reagan / George Bush (pai), foi uma tradução tardia do hedonismo vazio dos anos 1980.

Os anos 90 foram a década perdida do Brasil, marcada pela imbecilização cultural que a mídia venal, por eufemismo, define como "politicamente incorreto".

Filmes de violência na Sessão da Tarde, hegemonia do brega na música brasileira, erotização precoce em programas infantis, baixarias na TV para alavancar audiência, crescimento vertiginoso dos programas policialescos.

Tinha a Banheira do Gugu Liberato, a agressividade do Ratinho, a violência glamourizada do Aqui Agora.

A década de 1990 foi a colocação em prática da farra de concessões …

SÉRGIO MORO E SEU PACOTE POLICIALESCO

O Brasil se encontra numa situação delicada, desde que Jair Bolsonaro apresenta uma estranha piora no seu estado de saúde e a mídia hegemônica alega que está tudo bem.
Ressoa, nos nossos ouvidos, os ecos do sucesso do cantor Blecaute, "O General da Banda", que falava de um Mourão como "vara madura que não cai" e que "catuca por baixo que ele vai".
O "catuca por baixo" não seria o cargo de vice-presidente? Talvez o samba de 1949 feito para o Carnaval do ano seguinte não explique.
Mas os tempos atuais indicam isso. Mas como o governo Bolsonaro já nasceu fatiado, isso não faz diferença.
Afinal, tem-se como dois feudos estratégicos o de Paulo Guedes, na Economia, preparando o seu pacote de privatarias, e sobretudo o de Sérgio Moro, o lavajateiro ministro da Justiça.
Ontem o "superministro" e ex-juiz divulgou seu pacote anti-crime e anti-corrupção.
Como sempre, Sérgio Moro simboliza a falta de compreensão do brasileiro médio.
Este não sabe…