Pular para o conteúdo principal

ECONOMIZE MUITO DINHEIRO EVITANDO O BIG BROTHER BRASIL


Surgiu uma grande oportunidade para quem decidir NÃO VER o Big Brother Brasil 15. Uma oportunidade de ouro, que fará com que uma grande economia de dinheiro fosse garantida, para o bem das famílias que já têm muitos gastos e contas a pagar.

Uma grande opção é desligar a televisão, o que traz uma grande economia de eletricidade. Aconselha-se tirar o plugue da tomada, para que assim a corrente elétrica não passe pelo aparelho doméstico, pois, embora desligado, pode, dependendo do caso, continuar consumindo energia.

Depois, os familiares devem decidir dormir, para renovar as energias numa agradável noite de sono. Sabemos que muitos jovens, ou mesmo crianças e adolescentes, resistem a essa ideia, mas, para quem pode, a opção é sair para a rua e, estando fora de casa, deixar de participar do consumo de energia elétrica.

No entanto, dormir é mais aconselhável, até porque deve-se preparar para a futura jornada de trabalho ou de estudos, que voltará com o BBB 15 ainda em andamento, e é bom se acostumar para não acordar com sono nos primeiros dias de trabalho ou estudos, o que pode comprometer o rendimento e deixar má impressão para professores e patrões (estes, então, poderão despedi-lo).

Imagine o que uma hora perdida de BBB 15, em pouco mais de três meses, pode causar na economia de energia. A conta de energia elétrica não está barata, o reajuste é anunciado em torno de 20%, e por isso não dá para brincar com isso e achar que o medidor de consumo dormirá no ponto de vez em quando.

VANTAGENS

Aliás, para que ver Big Brother Brasil? Se muitas pessoas não conseguem cultivar uma afeição com seus colegas de estudos e trabalho, mal se dispõem em estender pessoalmente a "amizade digital" com seus parceiros no Facebook, para que se preocupar com a vida de nulidades que participarão do riélite televisivo?

São pessoas que, salvo exceções, não têm personalidade, só vão falar bobagens, viver curtições baratas, consumir os bens que lhes estão disponíveis na "casa". Eles não vão fazer coisas diferentes do que você faz na vida, e talvez até piores, porque não é do contexto de atrações televisivas se comportar como se nada acrescentasse à vida de um telespectador.

Talvez seria melhor você considerar aqueles "amigos virtuais" que você "encontra diariamente" nas mídias sociais e cultivar nele uma afeição amiga verdadeira, querer que o contato se estenda para os encontros pessoais, juntar turmas de amigos e combinar encontros.

Seria melhor, da mesma maneira, sentir um entusiasmo pessoal pela pessoa além das "curtidas" que automaticamente faz nas mensagens que os outros publicam. Faltam aqueles grupos sociais que se encontram pessoalmente, não só nos bares, mas para passear, ver lojas de discos, ir a bosques, praias etc.

Por isso, não há como arrumar desculpa para ver Big Brother Brasil. Evitá-lo traz mais benefícios do que se imagina, e, se a pessoa quiser criar afeição a alguém, esqueça os membros do riélite e vá procurar amigos de verdade. Além disso, desligar a televisão traz uma boa economia de energia elétrica, o que pode folgar bastante o orçamento doméstico.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ESTUPRO COLETIVO DERRUBA MITO DA "LIBERDADE DO CORPO"

O vergonhoso caso do estupro coletivo desmascarou uma situação que a intelectualidade "bacana" sempre abafou com falso relativismo.

O mito da "liberdade do corpo" num país do combate ao assédio abusivo.

O terrível caso ocorreu num bairro popular, na região de Jacarepaguá.

33 homens afoitos cercando uma moça de 16 anos, dopando a menina, depois a estuprando sob o registro da câmera do celular e depois publicando na Internet.

Um episódio de pura truculência, mas condicionado pela ilusão de liberdade sexual que a intelectualidade "bacana", que apostava num Brasil brega, queria para as classes pobres.

Mesmo mulheres aparentemente ativistas, dentro dessa intelectualidade, davam dois pesos e duas medidas.

Elas reclamavam contra a imagem caricatural que as mulheres, de classe média, recebiam dos comerciais de TV.

Mas consentiam que a mesma imagem fosse impunemente abordada sob o rótulo do "popular".

Reclamavam quando a imagem da mulher de classe média…

GOVERNO TEMER E A REVOLTA DOS UMBIGOS

A "revolta dos umbigos" que surgiu nas mídias sociais achou que tinha o poder pleno nas mãos.

Lutaram para ter Michel Temer no lugar de Dilma Rousseff para realizar uma agenda mais conservadora para o Brasil.

Essa agenda é um misto do programa eleitoral derrotado de Aécio Neves em 2014 com as "pautas-bombas" do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Primeiro, os "revoltados" na Internet se escondiam nas mídias sociais, se limitavam a trolar assuntos culturais ou coisa próxima e fingiam serem progressistas.

Depois, deixaram a máscara cair e iniciaram uma campanha para derrubar Dilma Rousseff.

Conseguiram o que fizeram, pois faziam parte de uma "frente ampla" às avessas, que clamavam por retrocessos políticos sob a desculpa do "combate à corrupção".

Estavam junto dos empresários em geral e, em parte, os que controlam a grande mídia.

Foram animadores juvenis de uma campanha que ludibriou a sociedade inteira, que passou …

CRIMINALIZAÇÃO DO "FUNK" É UMA PROPAGANDA ÀS AVESSAS

Um abaixo-assinado na página do Senado atingiu, anteontem, a marca de 20 mil assinaturas, diante de uma causa bastante controversa, a de criminalização do "funk".

A proposta é de autoria do empresário paulista Marcelo Alonso, que se declara pai de família e afirma estar tentando "salvar a juventude".

Deu um tiro no pé, porque a proposta acabou estimulando mais o natural coitadismo do "funk", tido como "vítima de preconceito".

A repressão policial transformou um ritmo musicalmente medíocre em "canção de protesto".

A presença de "bailes funk" em noticiários policiais transformou os ricos empresários-DJs, ávidos por dinheiro, em supostos ativistas culturais.

A criminalização transformou medíocres MCs de vozes esganiçadas em pretensos militantes.

Da mesma forma, a criminalização do "funk" fez um mero ritmo dançante e comercial virar, durante anos, um pretenso paradigma de folclore popular.

Enquanto rolava o discurso de…