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SOLTEIRAS, NO BRASIL, SÃO INDUZIDAS PELO CORONELISMO MIDIÁTICO A OUVIR MÚSICAS DE VALOR DUVIDOSO

O gosto musical do "popular demais" não é livre. Ele é induzido pelo coronelismo midiático local, que determina o que o "povão" deverá ouvir. É claro que não estamos aqui fazendo "teoria hipodérmica", tendência crítica da Teoria da Comunicação que via na manipulação do poder midiático algo simplório e bruto. Teorias posteriores revelaram que existem mecanismos de persuasão do receptor de uma mensagem comunicativa, que envolve o conhecimento das fraquezas emotivas do público. Neste momento de "lavagem de roupa suja" depois do ridículo "combate ao preconceito" brega que só gerou mais preconceitos - que culminaram na eleição de Jair Bolsonaro - , o coronelismo radiofônico deve ser discutido também sob o âmbito do "popular demais". A "cultura" brega-popularesca que transformou o povo pobre em caricatura de si mesmo e promoveu mais consumismo que cidadania causou estragos diversos na população. A intelectuali...

FALTAM EDIÇÕES DE O FLUMINENSE DE 1964-1969 NA HEMEROTECA DA BIBLIOTECA NACIONAL

Um apelo se faz aos colecionadores que tiverem edições do jornal O Fluminense, de Niterói, dos anos de 1964 a 1969. Faltam edições dessas datas no acervo da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. Não conferi se existem edições impressas ou microfilmadas, mas o que se sabe é que não há acervo desta data disponível na Hemeroteca Digital. Espera-se que haja contribuições para suprir essa lamentável lacuna, e pede-se que algo seja feito para suprir o acervo ausente. Que apareçam os colecionadores, que devem se apresentar à Biblioteca Nacional ou mandar alguma mensagem. É importante que um jornal de Niterói, que hoje segue firme no mercado, tenha seu acervo completo, porque é triste ver faltar um acervo de período tão importante. A memória jornalística necessita de tais colaborações. Os leitores ficarão gratos.

GOVERNO BOLSONARO JÁ VIROU BAGUNÇA

Isso é que dá brasileiro endeusar arrivistas. Num país em que se considera "espírito de luz" um farsante tido como "médium espírita" que foi marcado por literatura fake  tida como "mediúnica", faz sentido permitir tanta bagunça. No Brasil errar deixou de ser humano, passou a ser a receita de sucesso. É uma combinação de confusões, encrencas, precipitações, entre carteiradas e caneladas, que promove pretensos enfant terribles  que viram falsos exemplos de superação e perseverança. Desde que o tal "médium", um canastrão religioso e reacionário, usou o nome do coitado do Humberto de Campos para um livro de História do Brasil ruim, que promete uma patriotada religiosa, permite-se que os espaços sejam conquistados por verdadeiros encrenqueiros. Ora, para um Brasil que permite que tal "médium" - também conhecido por pedir aos infelizes aguentarem suas agonias em silêncio - seja um "filantropo", à maneira da dramaturgia ...

COAF APRESENTA O PRIMEIRO ESCÂNDALO DO GOVERNO BOLSONARO, QUE NEM COMEÇOU

Brasilzinho surreal, este. Digito este texto depois de escrever uma matéria sobre a morte de Pete Shelley , líder da banda punk Buzzcocks. Os Buzzcocks são subestimados no Brasil. Nem a versão do Camisa de Vênus para "I Believe", que virou a conhecida "O Adventista", conseguiu fazer os brasileiros se interessarem pelos Buzzcocks. Lá fora a banda de Manchester é tão importante quanto Sex Pistols e Clash na história do punk britânico, ou quanto Ramones, para citar uma banda estadunidense. Pois nem as "rádios rock" se deram conta da triste perda. Os Buzzcocks eram conhecidos pela sua energia no palco e pelas músicas vibrantes. Nos EUA e Grã-Bretanha, a morte de Pete Shelley fez seu nome estar nos trend topics  do Twitter. E aqui, no Brasil, qual o músico que obteve tal privilégio? Um medíocre reacionário como Eduardo Costa, uma subcelebridade que nunca foi conhecida pela música (por sinal muito ruim), mas por factoides e, recentemente, por mens...

NITERÓI E A VERGONHOSA MÁ DISTRIBUIÇÃO DE LINHAS RODOVIÁRIAS

Já havia descrito o problema da má distribuição de linhas rodoviárias em Niterói. O pessoal não deu a mínima, o assunto "morreu" e o "repórter" de press-release  "correspondente da Rua Cel. Moreira César" ficou no seu bar de Icaraí falando de futebol e fazendo "mobilidade urbana" com seu copo de cerveja. Mas Niterói já começa a sofrer prejuízos pela sua acomodação bovina. Deslizamentos de terra, acidentes de trânsito, congestionamentos cada vez mais crescentes. O niteroiense médio se irrita com as cobranças de nova avenida ligando Rio do Ouro a Várzea das Moças. Claro, não é ele que vai do Rio de Janeiro para Cabo Frio ou Macaé para ver parentes ou distribuir produtos. O niteroiense médio parece que perdeu a noção do tempo. Ignora a perda de tempo no trânsito, fuma como se achasse que não morrerá amanhã, ouve sempre os mesmos flash backs  gringos mofados e está alheio aos seus próprios problemas. Eu fotografei, ontem, a Rodoviá...

ISTO É, VULGO "QUANTO É", ERRA INFORMAÇÃO SOBRE ALEXANDRE GARCIA

ALEXANDRE GARCIA NA TV MANCHETE, NA DÉCADA DE 1980. Já não se faz jornalismo como antigamente, há um bom tempo. Quer dizer, já não se faz jornalismo na grande imprensa como antigamente, pois os verdadeiros jornalistas estão na mídia alternativa (GGN, Nocaute, DCM, Brasil 247). Por causa de tantos interesses empresariais e mercadológicos, o verdadeiro jornalismo só se tornou uma atividade eventual na chamada mídia hegemônica, sendo agora mais exceção do que regra. Na revista Isto É, agora conhecida pelo apelido de "Quanto É", uma nota sobre o jornalista Alexandre Garcia cometeu um grande erro de informação. Na nota, embora dada com aparente imparcialidade, observa-se que meu xará adota posturas bastante agradáveis à Isto É, pela simpatia dada ao governo antipetista de Jair Bolsonaro (que ainda nem começou, mas já repercute como se já tivesse se iniciado). Mas aí, chega um momento em que a Isto É descreve uma breve trajetória de Alexandre Garcia, omitindo o...

FIM DO MINISTÉRIO DO TRABALHO: O PESADELO BOLSONARO SE ANUNCIA

Em total desprezo ao valor histórico do Ministério do Trabalho, o presidente eleito Jair Bolsonaro, através de seu ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciou o fim da pasta. O ministério completou 88 anos no último dia 26 de novembro, já encarado com desdém pelo "novo" governo que se organiza com a velocidade de um trator em marcha. É assustador que o espírito do tempo do Brasil dos últimos três anos se volte para os retrocessos sociais. Ver que o progresso social que parecíamos ter conquistado durante um bom tempo pode se dissolver é preocupante. O fim do Ministério do Trabalho, conforme manifestaram os funcionários que hoje trabalham na pasta, atenta contra a Constituição Federal. Isso significa que os direitos sociais previstos pela Carta Magna serão desrespeitados. O fim da pasta atinge, só nos primeiros artigos da Constituição de 1988 os quatro incisos do Artigo 1º (soberania, cidadania, dignidade humana, valor do trabalho e da livre iniciativa...

A DERROTA DO PALMEIRAS E DO BRASIL

O Brasil virou a vergonha do planeta por causa do projeto do presidente eleito Jair Bolsonaro. Uma tragicomédia de erros, por causa de ideias tão furiosamente conservadoras, faz o nosso país ter má reputação na comunidade das nações. E isso se deu tanto que o Brasil, na reunião recente do G-20, em Buenos Aires, apareceu quase como um figurante. Na reunião, o maior destaque são os EUA de Donald Trump, que estão cotados a sair do Acordo de Paris, documento lançado em 2015 que determinava ações para redução de emissão de gases poluentes. Trump não quis cumprir o acordo e ao que tudo indica o país mais poderoso do mundo pode estar excluído da lista das nações contempladas pelo acordo. O comércio mundial também teve sua decadência anunciada, principalmente por causa da saída do Reino Unido da União Europeia (o "Brexit") e pela crise que o Brasil bolsonarista provocou no Mercosul. Tempos difíceis. Aliás, tudo por causa da obsessão impulsiva dos reacionários no WhatsA...

TV LINHAÇA - O CONFUSO GOVERNO JAIR BOLSONARO

Governo Jair Bolsonaro não desperta esperança na população e o presidente eleito ainda cometeu gafe ao prestar continência aos EUA.

PARA ESTIMULAR VENDAS, AMAZON DEVERIA ADOTAR PAGAMENTO POR BOLETO BANCÁRIO

A Amazon tem um serviço de publicação de livros que é o Kindle, que oferece não só livros digitais como permite a venda de livros impressos. Meus livros estão sendo publicados na Amazon, mas eu tenho dificuldade de acelerar as vendas. Um dos motivos é que o serviço de pagamento só inclui cartão de crédito, o que não é lá muito seguro. Ultimamente, os maiores ataques de hackers  envolvem cartões de crédito e redes sociais. Em muitos casos, informações pessoais são roubadas visando o uso de cartões de crédito das vítimas. O boleto bancário é uma opção "menos moderna", porém mais garantida. Eu não canso de descer de minha casa para imprimir o boleto e pagá-lo no banco, enfrentando fila. Mas me sinto mais tranquilo agindo assim. Terminado o pagamento, fico mais aliviado. Muita gente me comentou que não compra livros da Amazon porque o portal de vendas não oferece o serviço de pagamento por boleto bancário. Isso faz a freguesia sumir, e isso não é bom. Afina...