Pular para o conteúdo principal

TÚNEL CAFUBÁ-CHARITAS ABERTO AO TRÁFEGO EM NITERÓI


Foi inaugurado ontem o Túnel Cafubá-Charitas, em Niterói.

O acesso, que tem duas galerias, liga o bairro de Cafubá, na região de Piratininga, ao de Charitas, no chamado Saco de São Francisco.

É uma importante via, uma reivindicação de, pelo menos, 74 anos, quando se divulgou um rascunho de um projeto de um túnel no mesmo local.

A via, que dispensará o percurso cheio de curvas pelo Largo da Batalha e por Cachoeira, faz parte de um corredor viário que vem do Engenho do Mato e vai até Charitas.

As duas galerias, a exemplo do Túnel Novo de Copacabana, tem nomes diferentes.

No sentido Charitas, ela se chama Prefeito João Sampaio e no sentido Cafubá, jornalista Antônio Pimentel.

Duas linhas que já ligam a Região Oceânica a Charitas, 38A Itaipu / Charitas e 39A Piratininga / Charitas, estão destinadas a passar pelo túnel.

Provavelmente, a linha 55 Várzea das Moças / Piratininga também possa ampliar seu destino para Charitas.

Que seja bem vinda essa importante via, embora ela seja ainda insuficiente para as reformas urbanas que devem ser feitas em Niterói.

Agora é esperar que se construa uma avenida ligando o bairro do Rio do Ouro a Várzea das Moças, sem passar pela RJ-106.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ESTUPRO COLETIVO DERRUBA MITO DA "LIBERDADE DO CORPO"

O vergonhoso caso do estupro coletivo desmascarou uma situação que a intelectualidade "bacana" sempre abafou com falso relativismo.

O mito da "liberdade do corpo" num país do combate ao assédio abusivo.

O terrível caso ocorreu num bairro popular, na região de Jacarepaguá.

33 homens afoitos cercando uma moça de 16 anos, dopando a menina, depois a estuprando sob o registro da câmera do celular e depois publicando na Internet.

Um episódio de pura truculência, mas condicionado pela ilusão de liberdade sexual que a intelectualidade "bacana", que apostava num Brasil brega, queria para as classes pobres.

Mesmo mulheres aparentemente ativistas, dentro dessa intelectualidade, davam dois pesos e duas medidas.

Elas reclamavam contra a imagem caricatural que as mulheres, de classe média, recebiam dos comerciais de TV.

Mas consentiam que a mesma imagem fosse impunemente abordada sob o rótulo do "popular".

Reclamavam quando a imagem da mulher de classe média…

GOVERNO TEMER E A REVOLTA DOS UMBIGOS

A "revolta dos umbigos" que surgiu nas mídias sociais achou que tinha o poder pleno nas mãos.

Lutaram para ter Michel Temer no lugar de Dilma Rousseff para realizar uma agenda mais conservadora para o Brasil.

Essa agenda é um misto do programa eleitoral derrotado de Aécio Neves em 2014 com as "pautas-bombas" do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Primeiro, os "revoltados" na Internet se escondiam nas mídias sociais, se limitavam a trolar assuntos culturais ou coisa próxima e fingiam serem progressistas.

Depois, deixaram a máscara cair e iniciaram uma campanha para derrubar Dilma Rousseff.

Conseguiram o que fizeram, pois faziam parte de uma "frente ampla" às avessas, que clamavam por retrocessos políticos sob a desculpa do "combate à corrupção".

Estavam junto dos empresários em geral e, em parte, os que controlam a grande mídia.

Foram animadores juvenis de uma campanha que ludibriou a sociedade inteira, que passou …

CRIMINALIZAÇÃO DO "FUNK" É UMA PROPAGANDA ÀS AVESSAS

Um abaixo-assinado na página do Senado atingiu, anteontem, a marca de 20 mil assinaturas, diante de uma causa bastante controversa, a de criminalização do "funk".

A proposta é de autoria do empresário paulista Marcelo Alonso, que se declara pai de família e afirma estar tentando "salvar a juventude".

Deu um tiro no pé, porque a proposta acabou estimulando mais o natural coitadismo do "funk", tido como "vítima de preconceito".

A repressão policial transformou um ritmo musicalmente medíocre em "canção de protesto".

A presença de "bailes funk" em noticiários policiais transformou os ricos empresários-DJs, ávidos por dinheiro, em supostos ativistas culturais.

A criminalização transformou medíocres MCs de vozes esganiçadas em pretensos militantes.

Da mesma forma, a criminalização do "funk" fez um mero ritmo dançante e comercial virar, durante anos, um pretenso paradigma de folclore popular.

Enquanto rolava o discurso de…