Campo de São Bento, um lindo domingo de sol. Patos e gansos alegremente, nesse famoso ponto de lazer de Icaraí, em Niterói, brincando ou nadando. Ou simplesmente parados, se relaxando. No entanto, para decepção dos oposicionistas (em relação à presidenta afastada Dilma Rousseff), o Pato da FIESP simplesmente não apareceu. Vai ver se enrolou com um artista holandês que implicou com a semelhança do ilustre animal com uma obra que o estrangeiro criou.
Não ia escrever mais um texto consecutivo sobre "funk", ocupado com tantas coisas - estou começando a vida em São Paulo - , mas uma matéria me obrigou a comentar mais o assunto. Uma reportagem do Splash , portal de entretenimento do UOL, narrou a iniciativa de Thiago de Souza, o Thiagson, músico formado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) que resolveu estudar o "funk". Thiagson é autor de uma tese de doutorado sobre o gênero para a Universidade de São Paulo (USP) e já começa com um erro: o de dizer que o "funk" é o ritmo menos aceito pelos meios acadêmicos. Relaxe, rapaz: a USP, nos anos 1990, mostrou que se formou uma intelectualidade bem "bacaninha", que é a que mais defende o "funk", vide a campanha "contra o preconceito" que eu escrevi no meu livro Esses Intelectuais Pertinentes... . O meu livro, paciência, foi desenvolvido combinando pesquisa e senso crítico que se tornam raros nas teses de pós-graduação que, em s...
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